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Diretrizes para design gráfico sustentável, por pelo Nelson Smythe.

Mais umas boas dicas do mestre em design pela UFPR, Nelson Smythe Jr. Ele é consultor em design gráfico e sustentabilidade e chefia a Aurus, uma agência focada na questão ambiental.

Após as valiosas dicas vocês podem conferir o trabalho dele no site do escritório.

 PROCESSOS 
 Pré-impressão Utilizar CTP, as chapas são gravadas eletronicamente, eliminando os fotolitos e os decorrentes resíduos tóxicos da sua produção.
 Impressão Utilizar offset waterless (elimina a solução umidificadora) reduz as emissões totais de VOCs.
 PAPEL
 Gramatura Usar papéis de menor gramatura. Selecionar papel sem revestimento sempre que possível.
 Branqueamento Não utilizar papéis branqueados com cloro. Especifique papéis TFC ou ECF.
 Certificação FSC Se usar papel virgem, considerar um que tenha certificação FSC.
 Reciclados Escolher papéis que contenham o máximo de conteúdo reciclado pós-consumo (PCW) – Ideal 100% PCW.
 Tamanho Projetar num formato menor e com menos páginas, se for o caso; economizando papel, tinta, água, diminuindo as emissões de carbono na distribuição e ainda custos de postagem. Considerar os formatos levando em conta os tamanhos industriais das resmas, para que o aproveitamento seja máximo e assim minimizada a quantidade de aparas.
 TINTAS
 Geral Usar o mínimo de cores e tintas, diminuindo custos, consumo de líquidos para limpar as máquinas de impressão e resíduos. Minimizar a cobertura de tinta torna o produto mais fácil para reciclar (o processo de de-ink é facilitado).
 Eco-tintas Empregar tintas à base de óleos vegetais (com baixas emissões de VOCs). Especificar àquelas que possuem base vegetal maior, se não conseguir usar tintas livres de óleos minerais, procurar aquelas com menos de 10% de VOCs.
 ACABAMENTOS Especificar vernizes e coberturas à base d’água (com baixa emissão de VOCs) ao invés de coberturas UV e laminações. Evitar o uso de PVC e outros materiais não recicláveis nas capas e em embalagens. Evitar revestimentos UV, laminações, termografia e hotstamping, eles impedem ou dificultam a reciclagem.
 LOCALIZAÇÃO Especificar recursos locais, fornecedores como gráficas e produtoras e distribuidores de papel que estejam localizadas o mais próximo possível do usuário final, facilitando a distribuição, reduzindo os impactos de transporte e valorizando a mão de obra local.
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Sexo sustentável pelo Greenpeace

Acesse o guia do GreenpeaceO Greenpeace do México lançou em 2008 a cartilha do sexo sustentável. Por meio de 10 atitudes legais, você, ambientalista, pode relaxar na hora H. Eu disse relaxar!

O assunto rendeu tanto que a agência EFE produziu uma matéria com a opinião das pessoas.

Ao ler esta matéria achei as dicas interessantes e criativas, mas ao terminar, pensei: “Meu Deus, na cama não!”. Antes de receber as pedradas, ou melhor, as bolas de neve, as bolotas de cocô de cabrito ou os sacos de lixo reciclado na cabeçca, resolvi fazer algumas críticas ao projeto. E espero que ao terminar de ler o post, você passe a não se levar tão a sério, pois o bom é relaxar e gozar.

1) Apague as luzes
OK. A noite pede um romance e nada mais indicado que umas velas para compor o ambiente. Há diversas opções de velas com ceras ecológicas feitas de ceras vegetais, não liberam fumaça preta na sua queima e de quebra ainda deixam um cheirinho gostoso. A Phebo lançou uma linha de velas perfumadas com vidro reciclado pintados com tintas orgânicos que dá conta do recado. Só cuidado para não chutar as velas no ímpeto da causa e empatar a ***.

Durante o dia…. A idéia é deixar a luz entrar. Abra as cortinas, a janela, as portas, a mente. Se você curte um voyeur e morar numa grande cidade, quem sabe um vizinho observador não esteja sacando tudo? Ou não? Usa a imaginação.

2) Frutas orgânicas e sem agrotóxicos
O ponto é o seguinte, se você é uma pessoa que tem o hábito de comprar alimentos orgânicos, vai ser fácil, mas se você ainda não entrou nessa onda é uma boa maneira de começar. Esqueça aquela caixa de morangos enorme que você compra a caixa por 2 reais no centro do Rio, afinal, qual a procedência daquele tamanho todo. Importante é escolher as frutinhas afrodisíacas orgânicas, livre de pesticidas e não-transgênicas. Morango, cerejas, guaraná e catuaba? Vale lembrar que o prazer solitário na companhia de uma melancia ou de um mamão é uma saída.

3) Cheiro de mariscos?
Cara, eu nunca misturei sexo com pequenas ostras nem mariscos, mas há gosto e olfato para tudo. Além dos moluscos estarem entrando em declínio pela sobrepesca, o risco de arrumar uma intoxicação alimentar é alto. Tô fora! A dica pode ser substituída, por catuaba, ovos de codorna, amendoins, mas para falar a verdade, nada como um cheiro no cangote e bom humor. Uma risada gostosa desmonta qualquer um e deixa o clima em alto-astral.

4) Amor reciclado
Reciclar as embalagens de lubrificantes e caixas de camisinha? Fazendo bonitos artesanatos com elas? Não descobri um uso para as embalagens e muito menos para as camisinhas usadas, só me vem a cabeça descartá-las e no lixo adequado. Evite jogar camisinhas usadas no vaso pois além de entupir, poluem o ambiente.

5) Use lubrificantes à base dágua.
É chegar no balcão de qualquer farmácia ou sex shop e pedir lubrificantes íntimos: 99% de certeza você vai receber um tubo de gel à base d´água. A antiga vaselina é grudenta e não reage bem com o latéx. Esqueça! Há quem use manteiga, óleos de massagem ou a famosa saliva. Vai de cada um.

6) Na cama sem petróleo
Roupas e brinquedinhos de PVC? Os materiais fabricados com PVC, um material que gera “alguns dos produtos químicos mais tóxicos que existem: dioxinas e furanos.” Outro problema encontrado são os “ftalatos” (químicos que flexibilizam e suavizam o policloreto de vinila, PVC), que não são biodegradáveis e podem ser prejudiciais até mesmo em quantidades muito pequenas. O texto completo pode ser encontrado aqui.

7) Economize água
Tomar banho a dois economiza água, mas um das maiores dúvidas fica por conta da hidromassagem. A espuma de banho é vegetal, a madeira do ôfuro é sustentável mas uma banheira grande chega a gastar até 340 litros num único uso, 10 vezes o limite recomendado para um banho “ecologicamente correto”. Fora a conta de água que aumenta em 20% o consumo mensal de água da casa. Pense bem antes de usar!

8 ) Cama sustentável
Camas de madeiras certificadas, pijamas e roupas de cama com algodão orgânico, travesseiros com fibras vegetais e evitando penas de animais, redes compradas de fornecedores locais. As idéias são infinitas mas para não ficar pensando nisso durante o vamos-ver, inove no planejamento da sua casa.

9) Sexo verde
A atenção aqui é generalizada, use e abuse do bom senso na hora de preparar o futuro sexo. Um exemplo é o vibrador ecológico irlandes fabricado pela Caden Enterprises e vendido pela Babeland. O brinquedo de 20 cm é feito de materiais reciclados e usa uma manivela para gerar 3o minutos de prazer. De acordo com Janice O’Connor, co-fundadora da Caden Enterprises “Só usei algumas vezes, mas é fantástico! É muito intenso! Temos quatro níveis de velocidade”.

 10) Faça amor, não faça guerra

Bicicletas + verdes e design

Resolvi de última hora participar da promoção Recicle um Post da RedeEcoBlogs e lá vai minha contribuição.

A bicicleta Dahon é super charmosinha e deve ser ótimo poder chegar no trabalho, dobrá-la e guardar debaixo da mesa. Não sei se é resistente no dobra-dobra diário, e isso só o tempo dirá.

Como todo bem durável, ela terá um fim, pode ser ficando enferrujada, quebrada ou sem uso e por isso resolvi pesquisar algumas alternativas para esse meio de transporte tão comum em Amsterdam e na China.

A primeira dica seria torná-la mais verde transformando a energia que “vai embora” nas pedaladas em carga para o celular. A invenção foi criada pelo designer Oscar L´Hermitte e se chama Watts Maker. Tem uma entrevista rápida no blog Wire Fly com o inventor da dita cuja. E o MIT não deixa por pouco e desenvolveu uma roda inteligente que armazena energia para usar em subidas e outras situações. A idéia é incentivar o uso das magrelas em longas distancias.

Partindo para uma solução pós-consumo o estúdio Bike Furniture projeta móveis super modernos a partir de bicicletas reaproveitadas. No site deles  você poder ver todas as últimas criações e quem sabe até encomendar um projeto.

Na mesma linha há o pessoal do Resource Revival, que desde 1994, cria acessórios e objetos de decoração, reaproveitando as bikes. A idéia por essa onda toda partiu de Graham Bergh.

E para quem quer fazer a sua própria criação em casa, segue um tutorial de como construir a sua própria bicicleta utilizando materiais facilmente encontrados nas cidades.

Em tempos que as bicicletas públicas do Rio de janeiro foram todas roubadas, poderia ser uma ótima solução!

#ficadica: Proteste contra o uso abusivo de carros na Pedalada Pelada. A próxima vai rolar no sábado, dia 13 de março de 2010 às 12h. A concentração para pintura dos corpos e preparação das alegorias vai ser na Praça do Ciclistae a pedalada começa às 14h. Super refrescante!

Fornecedores gráficos – Greenwashing

Semanalmente recebo diversos mostruários de fornecedores gráficos querendo fazer trabalhos aqui para a empresa. A maioria manda um envelope comum (offset ou couchet) e alguns trabalhos como exemplo e uma cartinha de apresentação e a listagem das máquinas e serviços.

Impresso antes de abrir.

Ontem chegou em minhas mãos, o material de uma gráfica – que até então prefiro não citar o nome – vendendo a idéia de ser uma empresa reciclável e ecológicamente responsável. A primeira vista tudo OK: formato fechado 20 x 20 cm impresso em policromia (4×4 – CMYK),  conceito “eco” todo pensado (uma mão segurando um montinho de terra com uma árvore nascendo), selo de reciclado no verso, material fechado nas dobras, sem uso de cola quente. No interior a tal cartinha de apresentação com 19 x 19 cm, um postal de 14 x 9 cm e uma tabela de aproveitamento de papel com as folhas 89 x 117 cm, 76 x 112 cm, 66 x 96 cm e 64 x 88 cm. Hum…., pensei eu!

De primeira não percebi as reais intenções do material.

Abri todo material, espalhei na mesa e mais uma vez vi a grande jogada que começou a pintar ultimamente: todo mundo quer ser verde! Os fornecedores começaram a perceber a demanda pelo ecodesign, a impressão limpa, o sustentável, e como o tilintar das moedas começou a ecoar mais alto, todo mundo quer por o seu pézinho em Gaia.

O kit completo: pasta, posta, carta de apresentação e tabela de corte.

Analisando o material: plastificação e textura reciclada

O kit promocional bate de frente com a proposta de vender a gráfica como uma opção ecológica e o fuzilamento do próprio pé continuou com a análise do kit.

Todos os impressos estavam plastificados e impressos em 4×4 (CMYK), a salvo a tabela de aproveitamento de papel, que impressa em papel off-set, 2 cores e 1 dobra, era a mais pertinente. Ainda assim poderia ser impressa em uma cor, o que não diminuiria em nada o projeto.

A carta de apresentação, em “papel reciclato”, tinha um detalhe curioso: a logo da empresa apresentava uma grande área branca. Adesivo? Um calço com tinta branca? Não! Ela estava lá branquinha, limpinha como um digno couché texturizado com reciclado. A malandragem usada muitas vezes em anúncios e impressos em geral, dava as caras novamente. A não ser que já tenham lançado um papel reciclado com um lado “sujo” e o outro branco, fica difícil acreditar!

Detalhe do "papel reciclado" branco.

O postal que repetia as informações da carta poderia ter sido eliminado do kit. O verso, com uma foto de um bucólico bosque de árvores nativas, ajudava na queimada de filme com os seguintes dizeres: “100% do papel utilizado pela XXX Gráfica é reciclado ou provém de floresta plantada”. Não acredito que estejam usando o papel Silprint e até onde sei todas as árvores são plantadas. Escreveu, não leu, o pau comeu!

O último material analisado foi a embalagem de envio. As soluções mais usuais para oferecer maior proteção e durabilidade aos impressos é laminação, plastificação ou o uso de sacos plásticos. Nesse caso optou-se pela plastificação e o aumento da gramatura e ao menos não houve o uso de sacos plásticos. Já o fechamento da peça foi feito com um selinho adesivo plastificado e impresso em policromia pareceu ser uma opção rápida. Vale lembrar que há muitas opções de fechamento sem o uso de colas, utilizando dobras e encaixes.

Greewashing?

Greenwashing funciona mais ou menos assim: o sujeito vai lá, planta uma árvore, cortar dez e divulga que ajuda o meio ambiente porque plantou uma, omitindo o corte das dez. Trata-se do uso de idéias ambientais para construção de uma imagem pública positiva de “amigo do meio ambiente”, não é condizente com a real gestão, negativa e causadora de degradação ambiental.”

Na Wikipédia, “Greenwashing (traduzido geralmente como “branqueamento ecológico”) é um termo utilizado para designar um procedimento de marketing utilizado por uma organização (empresa, governo, etc) com o objectivo de dar à opinião pública uma imagem ecologicamente responsável dos seus serviços ou produtos, ou mesmo da própria organização. Neste caso, a organização tem, porém, uma actuação contrária aos interesses e bens ambientais“.

Um post bem interessante sobre greenwashing no blog Faça a sua parte fala de maneira abrangente sobre a prática e cita vários links legais. Outro post que curti foi o “Nem tão responsáveis assim” no blog ComCiência, onde é citada a dissertação de mestrado da bióloga Ana Flávia Ferro, demosntrando que algumas empresas brasileiras têm adotado essa prática como um diferencial que gera vantagens competitivas.

Um outro lado da moeda é o greenhushing onde as empresas, com medo de serem taxadas de marketeiras, não publicam suas ações ambientais, o que pode acabar sendo tão danoso quanto a mentira verde. Para quem sabe inglês, segue o link para o post sobre greehushing no TreeHugger.

Para finalizar fica a pergunta: você acha que deveria postar as imagens do kit da gráfica sem omitir a logo deles?

PENSE: Invés de grampear folhas dos layouts, utilize clipes que podem ser reutilizáveis.

Dicas práticas para designers – Parte I

Esta é a primeira parte de uma série de dicas práticas para os designers, com soluções para gastar menos e fazer impressos menos poluentes.

1- Aproveitamento do papel
Procure sempre utilizar o máximo da folha, seja ela AA ou BB. Facilita bastante usar uma tabela de corte ara prever tamanhos e finalizar certinho o trabalho sem desperdício.

Se você for uma pessoa organizada, faça seu planejamento prevendo todo material que será produzido.Você pode conseguir bons descontos rodando vários trabalhos com um bom apoveitamento do tamanho das folhas. Tente rodar todos jobs do mesmo projetos de uma vez. Será mais fácil o controle do padrão de cores na impressão e  os descontos com as gráficas aumentam.

E invente: se o trabalho do cliente for desperdiçar algum espaços aproveite para suas criações experimentais.

2 – Menor gramatura = menos custo
Como o papel é medido em gramas por metro quadrado diminuindo a gramataura dos impressos eles dimuem de peso e consequentemente de preço. Impressos menores como folders com dobras e lâminas – exemplo, 10 x 15 – tendem a ser mais rígidos decorrente da sua área, portanto uma folha de 180g/m pode ser facilmente substituída por outra de 115g/m.

3 – Menos acabamentos = mais reciclagem
Quanto mais laminações, vernizes, plastificações e outros acabamentos o impresso receber, mais difícil será a sua reciclagem. Apesar de dar um plus ao trabalho os acabamentos são responsáveis pela grande maioria de resíduos nao reciclaveis. Existem muitas soluções criativas que podem fazer o trabalho sobressair, aliado ao pensamento ecológico.

04 – Tintas vegetais = menos metais pesados
Pergunte se seus fornecedores trabalham com tintas vegetais. Mesmo a maioria da tintas offser tendo o controle de teor de metais pesados e baixo odor residual, ainda assim a aplicação de vernizes é bastante nociva ao meio ambiente. Em 2009, o orçamento de impressos usando tintas vegetais ficava por volta de 6% a mais que o mesmo utilizando com tintas comuns.

05 – Reduzir = menos desperdício e menos poluição = mais economia
Essa é para lembrar todos os dias. E-mails impressos, papéis que podem ser reaproveitados como rascunho, emissão da VIA CLIENTE em cartões de débito, copos de plástico do café, entre outros fazem parte de nossa lista de lixo. Seja consciente na utilização e reaproveitamento dos materiais.

Em breve a segunda parte das dicas.

Produção gráfica sustentável: Um estudo para designers

Aconteceu nos dias 5 e 6 de novembro, na Universidade Anhembi Morumbi em São Paulo, o II Simpósio Brasileiro de Design Sustentável.

O Simpósio Internacional sobre Design Sustentável (ISSD), organizado em conjunto com o Simpósio Brasileiro de Design Sustentável (SBDS), são os mais importantes eventos científicos da América do Sul sobre a questão do Design Sustentável. O evento reúniu designers profissionais, acadêmicos, governo e indústria para discutir conceitos, ferramentas e metodologias sobre a concepção e contribuição para uma sociedade mais sustentável.

Segue abaixo as impressões da Elisa Quartim Barbosa do blog ótimo que sigo sempre Embalagem Sustentável.

Produção gráfica sustentável: Um estudo para designers
Everton Baria, orientação de Regina Wilke

Nele foi apresentado o impacto de todos os materiais usados em gráficas, desde as tintas até a estopa para a limpeza. Organizado em uma tabela, facilita o designer a precionar as gráficas a melhorar seus processo de impressão.

Baixe o PDF com o o artigo completo aqui.

PS: Ainda não li mas em breve comento.

Via Embalagem Sustentável.

Imprimindo ao som da motoserra

Como visto anteriormente em um post dando dicas para evitar o desperdício no dia-a-dia, imprimir e-mails, na maioria das vezes é  um desperdício desnecessário de papel.

Para conscientizar a galera da DDB Berlin, foi instalado um aplicativo que atenta para esse desperdício. Ao clicar em “imprimir” um email, o ponteiro do mouse vira uma motossera acompanhada pelo som do motor e surge uma janela com a mensagem : “Poupe papel, salve árvores. Por favor, não imprima este e-mail. Obrigado!”. Se o usuário pressionar “OK” para imprimir, ele vai ouvir da madeira sendo serrada e uma árvore caindo. Se ele escolhe “cancelar”, a motoserra para e passarinhos cantam.

De acordo com o Blue Bus, “a açao se mostrou efetiva – depois de 3 meses, a agência conseguiu reduzir em 12% o consumo de papel.”

Via Directdaily