O que vem por aí! – Eventos e textos por Alexandra Gomes

Começamos essa semana com novidades aqui pelo blog! A partir de hoje temos a nossa amiga paulista-piauiense Alexandra Gomes, administradora com formação em marketing, especialista em Logística Empresarial escrevendo para o Impressões Verdes.

Com contribuições sobr os eventos que estão para rolar e notícias sobre Gestão Ambiental, Logistica Reversa, Marketing e assuntos relacionados, Alex vai nos manter informados com o que há de melhor. Espero que gostem!

E com você, Alexandra Gomes.

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Impressões Verdes na Rádio Unesp FM

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E não é que o post sobre a a nova regulamentação do CONAR rendeu discussão?!

Na última 3a.-feira, 21/06/11, fui convidado pela programa Ecoando da Rádio Unesp FM, a falar sobre a importância da mídia (especialmente a publicidade) na luta pela sustentabilidade.

O programa será veiculado no próximo sábado às 8:00 pela Rádio Unesp – 105,7MHZ – e se você não está em Bauru, pode ouvir também pela web.

Em um bate papo rápido foram abordados temas como greenwashing, ética, e como essa decisão do Conar pode ajudar na questão da banalização da sustentabilidade nas peças publicitárias, principalmente no sentido de ajudar o consumidor a ter as informações corretas sobre os produtos.

O Ecoando é um programa semanal de 15 minutos de duração que trata sobre temas relativos à sustentabilidade e é produzido pelo Grupo de Estudos Aplicados em Jornalismo Ambiental da Faculdade de Arquitetura Artes e Comunicação da Unesp de Bauru, parceiros do Inteiro Ambiente.
ATUALIZAÇÃO:

O que é certificação florestal?

Essa questão sempre vem à tona quando se pergunta em como utilizar gráficas certificadas, impressão “verde” e qual o tipo de papel usar.

Conseguir uma certificação FSC ainda é uma questão muito técnica e nada simples fazendo com quem queira a certificação tenha que se dedicar realmente (ainda bem pois gera mais segurança e seriedade!).

Para ficar mais fácil de entender o processo de certificação florestal o site Painel Florestal postou um vídeo em seu canal do Youtube mostrando em detalhes a importância de se certificar.

Kabadio, aqui o tempo não tem pressa, anda descalço.

Muita gente deve me perguntar o motivo desse vídeo aqui no blog mas é só dar play e relaxar com o teaser do projeto Kabadio.

O projeto Kabadio de autoria do grande amigo e fotógrafo Daniel Leite é mix de documentário + livro + exposição fotográfica. Apesar de ter um trabalho autoral forte em moda ele tem um lado social grande, e é claro, nos aproxima muito em termos de percepção de mundo.

As fotos abaixo mostram isso. Continue lendo

Produzir um quilo de papel consome 540 litros de água??

Saiu no site da Super Interessante uma matéria sobre o consumo de água na produção de papel com base nos estudos do Instituto Akatu.

540 litros de água para produzir 1 quilo de papel? É um bom motivo para se pensar em poupar as folhinhas né? Vale a pena lembrar que quanto mais papel é produzido, mais árvores são cortadas, mais água é gasta no processo de produção e mais espaço em lixos e aterros é ocupado.

E como não podia deixar de ser, seguem umas dicas do site da Super adaptadas ao meu ponto de vista.

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IV Edição do Curso de Ecodesign com Base nas Normas ISO 14.000

Foi com o maior alegria que recebi o email da professora Suzana Gueiros avisando que a IV edição do curso de Ecodesign com base nas normas ISO 14.000 já estão abertas.

Quem não se lembra, eu publiquei um post no ano passando falando sobre o curso e a minha participação (sim eu participe!). Até tentei diariamente publicar o conteúdo mas como foi muito intenso – o dia inteirinho – não dei conta do recado e fiquei só pelo twitter mesmo. Chegava em casa e ficava lendo o material e caia na cama para estar de pé cedinho para mais aulas.

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Diretrizes para design gráfico sustentável, por pelo Nelson Smythe.

Mais umas boas dicas do mestre em design pela UFPR, Nelson Smythe Jr. Ele é consultor em design gráfico e sustentabilidade e chefia a Aurus, uma agência focada na questão ambiental.

Após as valiosas dicas vocês podem conferir o trabalho dele no site do escritório.

 PROCESSOS 
 Pré-impressão Utilizar CTP, as chapas são gravadas eletronicamente, eliminando os fotolitos e os decorrentes resíduos tóxicos da sua produção.
 Impressão Utilizar offset waterless (elimina a solução umidificadora) reduz as emissões totais de VOCs.
 PAPEL
 Gramatura Usar papéis de menor gramatura. Selecionar papel sem revestimento sempre que possível.
 Branqueamento Não utilizar papéis branqueados com cloro. Especifique papéis TFC ou ECF.
 Certificação FSC Se usar papel virgem, considerar um que tenha certificação FSC.
 Reciclados Escolher papéis que contenham o máximo de conteúdo reciclado pós-consumo (PCW) – Ideal 100% PCW.
 Tamanho Projetar num formato menor e com menos páginas, se for o caso; economizando papel, tinta, água, diminuindo as emissões de carbono na distribuição e ainda custos de postagem. Considerar os formatos levando em conta os tamanhos industriais das resmas, para que o aproveitamento seja máximo e assim minimizada a quantidade de aparas.
 TINTAS
 Geral Usar o mínimo de cores e tintas, diminuindo custos, consumo de líquidos para limpar as máquinas de impressão e resíduos. Minimizar a cobertura de tinta torna o produto mais fácil para reciclar (o processo de de-ink é facilitado).
 Eco-tintas Empregar tintas à base de óleos vegetais (com baixas emissões de VOCs). Especificar àquelas que possuem base vegetal maior, se não conseguir usar tintas livres de óleos minerais, procurar aquelas com menos de 10% de VOCs.
 ACABAMENTOS Especificar vernizes e coberturas à base d’água (com baixa emissão de VOCs) ao invés de coberturas UV e laminações. Evitar o uso de PVC e outros materiais não recicláveis nas capas e em embalagens. Evitar revestimentos UV, laminações, termografia e hotstamping, eles impedem ou dificultam a reciclagem.
 LOCALIZAÇÃO Especificar recursos locais, fornecedores como gráficas e produtoras e distribuidores de papel que estejam localizadas o mais próximo possível do usuário final, facilitando a distribuição, reduzindo os impactos de transporte e valorizando a mão de obra local.